quinta-feira, 28 de maio de 2009

Filme Camille Claudel


Olass... ontem revi Camille Claudel...
vou repassar um texto sobre o filme...vejam é mto mto bom...fidelidade x lealdade..??...o que preferimos...? se é que temos essa escolha??
com: Isabelle Adjani – Camille Claudel
Gérard Depardieu – Austuste Rodin

sobre a escultura: O abandono 1905

Ser infeliz era ser digno. Somente um indigno podia ser feliz ante um mundo que avançava em busca da própria perdição.
Nesse bloco de desventurados que se inclui a escultora Camille Claudel, irmã do poeta Paul Claudel, revelando a profundidade do romantismo sofrido, tanto em sua obra como em sua vida.
Amor da perdição
A artista, nascida em 1864, é mais conhecida por sua vida atribulada que por seu trabalho. Aos 19 anos, conhece Auguste Rodin, 24 anos mais velho que ela, escultor já consagrado, que se torna seu mestre e amante.
Um amor ardente e secreto se prolongará por dez anos, muito embora Rodin nunca abandonará sua primeira amante, Rose Beuret, com a qual finalmente se casará em 1917.
Camille vive certa efêmera fama, graças ao apoio de Rodin, expondo em salões e participando de tertúlias em casa de Mallarmé e de Jules Renard, admiradores de seu trabalho.
Quando Rodin retorna em definitivo e totalmente ao seu antigo amor, começa a tragédia de Camille, que se fecha em seu estúdio e se entrega a uma solidão obsessiva, caracterizada pela pobreza e pela ruína física e mental. Só sai às noites.
A dor do abandono
Sua vida está relacionada à de Rodin até 1898, ano em que se separaram. A partir de 1906, arremete contra sua obra, destruindo grande parte de sua produção, numa espécie de exorcismo, como uma forma de livrar-se daquilo que ainda a vinculava ao homem amado e com a obsessiva dor do abandono, gravado em uma de suas esculturas.
Rodin tenta ve-la, mas é rechaçado, transformando-se num inimigo perseguidor, dentro do delírio paranóico de Camille.
Em 10 de março de 1913, por ordem de sua mãe e de seu irmão, ela é internada em um asilo de loucos em Ville-Evrard e, um ano depois, transferida para o hospital psiquiátrico de Montdevergues, que lhe dará abrigo até sua morte, trinta anos depois.
O desprezo da família
Não se encerra aí a desdita de Camille. Sua mãe jamais irá visitá-la e rechaça, firmemente, o conselho dos médicos para levá-la de volta ao lar.
Seu irmão, Paul Claudel, além de próspero, fortalece-se politicamente, ao tornar-se embaixador da França. Não obstante, se nega, em 1933, a pagar-lhe uma pensão hospitalar. Nos 30 anos de internação, Paul a visita umas poucas vezes e nada faz para amenizar o sofrimento de Camille, apesar das cartas suplicantes que esta lhe envia, narrando as condições sub-humanas em que vive.
O fim sem glória.
Rodin, por sua parte, envia-lhe algum dinheiro, expõe algumas das esculturas de Camille que sobreviveram à destruição, mas nada faz para liberá-la do hospital. De toda maneira, qualquer iniciativa sua seria obstada pela mãe de Camille, que o considera culpado pela ruína e loucura de sua filha.
Camille Claudel morre em sua prisão psiquiátrica em 1943, com a idade de 78 anos. Esquecida do mundo, morre sem glória, sendo enterrada, anonimamente, em uma vala comum.

Aproveitem a leitura... MATA HARI vos escreve!!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Muito prazer




Olá também sou membro da trupe, muito prazer eu sou....
Catarina Diniz!...Bom, isso hoje.
Um outro dia podem me
chamar de Catirina ou apenas Catarina!
A verdade é que logo
nem precisa chamar...



Essa moça tá diferente - Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente - Está me passando pra trás
Essa moça tá decidida - A se supermodernizar
Ela só samba escondida - Que é pra ninguém reparar
Eu cultivo rosas e rimas - Achando que é muito bom
Ela me olha de cima - E vai desinventar o som
Faço-lhe um concerto de flauta - E não lhe desperto emoção
Ela quer ver o astronauta - Descer na televisão


Mas o tempo vai - Mas o tempo vem
Ela me desfaz - Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai - Mas o tempo vem
Ela me desfaz - Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito - No fundo, ela ainda me quer bem

...

Essa moça é a tal da janela - Que eu me cansei de cantar
E agora está só na dela - Botando só pra quebrar
Mas o tempo vai

...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mata Hari chegando...

"Mata-Hari... é culpada...(veredicto) porque era amoral. Uma mulher liberada, um símbolo sexual, uma mulher livre"...
Me apresento....estou chegando.......!!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mariana foi pro Mar...

Mariana foi pro Mar
Deixou seus bens mais valiosos com o cachorro
E foi viajar, foi de coração
Pois o marido saiu pra comprar cigarros e desapareceu
Foi visto no Japão, com a vizinha, sua ex-melhor amiga
Mariana foi ao chão
E ela pensou por muitas vezes
Se usava sua mauzer ou o gás de seu fogão
Mas seu último direito, ela viu que era um erro
Mariana foi pro mar
Mariana se cansou
Olhou o que restava de sua vida, sem direito a pensão
Sem um puto pra gastar, sempre foi moça mimada
Mas tinha em si a vocação do lar
E foi numa tarde de domingo que ganhou tudo no bingo
Sorte no jogo azar no amor
E sua bagagem estava pronta, parecia que sabia
Do seu prêmio de consolação
Mudou o itinerário, trocou o funerário
Pelo atraso do avião
Uma lágrima de sal, percorre o seu rostomisturando-se ao creme facial
Onde foi que ela errou, se acreditava na sinceridade
De sua vida conjugal
E se ela pensava muitas vezes
Se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário, trocou o obituário
Pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente, ama ser independente
Mariana foi pro mar
Última música que ouvi em meu carro suicida....
Para todas lindas, pensantes, evoluídas e poderosas que conheço!!!
Boa semana! Beijokasssss
FRIDA

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nunca ninguém explicou tão bem!


'HOMEM TEM QUE SER TRATADO IGUAL CABELO!'


Num dia a gente prende, no outro solta , num dia a gente alisa, no outro enrola, dá uma cortada quando precisa, numa semana a gente amacia, na outra é só jogar de lado e ele fica ótimo!


Fala a verdade...Cabelo dá trabalho...

Mas a mulher consegue viver careca?
hahahahahahahaha
É isso aí!!
Beijo, Lua


terça-feira, 12 de maio de 2009


A Lua

A Lua, como é comprovado cientificamente, influencia a Terra. Ela é o símbolo do suave, pois não tem luz própria.Lua, em grego arcaico, é "mênstruos", ou seja, aquela que é mutável.Daí vem "menstruação" e os estados mutáveis de humor de uma mulher: somos Lua Cheia quando exercemos nosso lado mãe, amiga, companheira e amante - estamos cheias de amor para dar. Sete dias depois tudo isso acaba: não temos nada para dar a ninguém, pois estamos na Lua Minguante. Sete dias adiante e a gente se recolhe, se esconde de todo mundo, esconde a cara, se acha feia, pois, afinal de contas, estamos na fase de Nova, mas, passados mais sete dias a coisa fica legal, passamos para o estado de Crescente, quando então começamos a ver a vida por um outro lado, afinal, dentro de sete dias estaremos na Lua Cheia novamente, e por aí o ciclo da vida se cumpre.Benditas sejamos nós, mulheres de todo o mundo: nutrimos, alimentamos, conduzimos e iluminamos (e, ao mesmo tempo, somos mutáveis e misteriosas (como a Lua).

Eis que me apresento, sou a Lua!! Por aqui estarei à partir de agora!!

Beijo à todos!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Conversas Perversas de Bar



Frida - Olha ali...Esse eu comia...
Catirina - Ah não, ele é meio mano!
Mata Hari oberva e....

Frida - Pô, já falei que eu gostei e você fica olhando?!
Mata Hari - Eu não credo, ele tem muita ruga, tá muito velho...

Ele passa e observa a mesa...

Catirina - Ele tem cara de quem manda bem...

Frida - Chupa que é uma delícia! Chupa que é de uva...HAUHUAHUA...A minha já tá lavadinha...HAUHUAHUA

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Solteira na cidade ovo




A noite não lhe prometia nada... Aliás durante o dia todo ela pensou que iria até lá apenas para ver a amiga distante, pois nem gostava daquele lugar...
Seu pensamento não conseguia desviar em como lidar com a nova situação...Após longos e batalhados 3 anos de relação, talvez a mais sólida de sua vida, estavam se afastando...O que mais a incomodava é que ela não sofria...Sentia tudo e permitia sentir e agir... Fazia planos para nova vida, como ocuparia seu tempo, seu coração, mas tudo sem pressa nem grandes ambições...
A noite chegara e ela se arrumou, caprichadamente, pois talvez agora fosse uma mulher solteira...Tudo estava tão nebuloso! Mas ela não sofria...
Como era de costume, encontrou suas velhas novas amigas, foram para o bar, conversaram com pessoas, dançaram, riram (e muito), beberam e ela bebeu um pouquinho a mais, para rememorar outros tempos.
Como era de costume também, aquele seu velho paquera, freqüentador assíduo daquele bar estava presente. Ele, que em outras situações em que seu relacionamento sólido estremeceu, estava sempre por perto para afagos e chamego rápidos, estava por lá, com duas garotas como companhia, mas sem deixar de rondá-la.
Mas ela deixava claro que hoje ele não lhe causava nenhum tipo de calor, ainda mais porque a única vez que tiveram algo a mais foi extremamente ruim... O motivo? Ele transava sem paixão, como um menino adquirindo experiência e deixou claro não gostar de sexo oral, além de seu pequenino detalhe...
A noite chegava ao fim, ela sofrera algumas abordagens e uma um tanto constrangedora, pois um conhecido de seu namorado (ou ex) comprara cinco garrafas de cerveja acreditando que a noite seria mais longa... Ele quase a obrigou a acompanhá-lo e a única saída encontrada foi chamar os últimos presentes do bar para tomar junto....
Aproveitando a leve embriaguez e a vontade louca de estar em sua casa pediu carona para seu ex qualquer coisa, que não escondeu sua felicidade de ver ali alguma possibilidade de uma noite prolongada... Dentro do carro, ela, ele e mais uma louca, que declarava todo seu tesão pelo garoto... Mas ele insistia em deixar a louca antes...
Frida já não sabia o que pensar, se fingia não perceber toda aquela movimentação, sua mão que tocava a barriga dela vez ou outra, como se ele tentasse firmar um acordo nesses momentos.
Em seu pensamento tentava reafirmar que a primeira transa não lhe permitia repetir mais nada, já que suas lembranças quando pensava naquilo, lhe remetiam à imagem de um franguinho.
Chegaram na casa de Frida, ela o convidou para entrar e conhecer a casa nova, já que ele nunca era convidado para visitá-la por causa do namoro.
Andaram pela casa toda, conversaram, brincaram com o bichano e de repente ela tascou-lhe um beijo... Bastou para que iniciassem uma brincadeira deliciosa no sofá de sua casa... Ela queria, mas num queria...Tanto pela sua triste lembrança, quanto pelo seu namoro que mal acabara....
Mas ela mais queria do que não queria...Entraram em seu quarto e surpreendentemente transaram enlouquecida e deliciosamente!
Conversaram sobre ele, a vida.... Ela sempre falava tudo bem mais abertamente do que ele, mas não quis comentar sobre o fim da relação para que ele não se sentisse usado....
Eram quase 06h, ela precisaria acordar cedo e ele tb...Foi embora, ela o acompanhou até a calçada, nua, enrolada no edredon que ajudou a esquentá-los naquela noite...Beijaram-se gostosamente e o melhor é que não prometeram nada um ao outro, apensa fizeram-se gozar!
Deitada ela sorria, sentindo-se mais linda, gostosa, poderosa e segura para enfrentar tudo que viria pela frente! E isso já lhe bastava!